terça-feira, 18 de outubro de 2011

USINA DE ALCOOL NOROESTE DE SP


ÓTIMO PREÇO. * VALOR 60.000.000,00*
(SESSENTA MILHOES)

A USINA ENCONTRA-SE  PARADA, PORQUE O DONO TEM OUTRAS, EMPRESAS E NÃO QUER CONTINUAR
(A TERRA É RICA EM MINERIOS TAMBÉM)
ESTE VALOR AINDA SE NEGOCIA. 

1. Resumo Executivo



A Usina , fundada em 2005, está situada  no noroeste do Estado de São Paulo. A cidade, localizada no novo pólo de produção de açúcar e álcool do Brasil, fica a 600 km da capital.  Tem acesso rápido a uma das principais rodovias do Estado, SP-330. Está numa das regiões de maior potencial de crescimento, onde predomina o clima subtropical ameno, temperatura média anual de 25 º C e índice pluviométrico de 1.400 milímetros por ano que dão à região condições privilegiadas para a cultura da cana-de-açúcar. 

A busca permanentemente de qualidade e produtividade, associada ao continuo esforço voltado para a redução dos custos, são fatores preponderantes para aumento da competitividade da X. Os instrumentos adotados pela empresa para conciliar esses objetivos são a adoção de novas técnicas e equipamentos, além do permanente melhoramento da produção agrícola, pesquisa agronômica e engenharia de processos.

1.1 Área Agrícola


A Usina X possui uma área cultivável de aproximadamente 1.300 hectares, composta de áreas próprias e parcerias agrícolas. A usina terceiriza atualmente a prestação dos serviços de Corte, Carregamento e Transporte (CCT) em 100% das áreas. A produtividade agrícola média estimada para esta safra é de 90 t de cana/ha com ART de 15,95% e ATR de 140 kg/t. A produtividade agrícola da região é de 84,7 a 90 t de cana/ha com ATR de 138 kg/t.

As áreas agrícolas somam 1.299 hectares, sendo 1.016 hectares já plantados com cana-de-açúcar. As áreas arrendadas somam 935 hectares (quitadas por 5 cortes de cana-de-açúcar) e as áreas próprias somam 364 hectares.

O transporte de cana é efetuado por treminhões e romeu e julieta. A distancia média ponderada dos talhões é de 17 km para as áreas próprias. O preparo do solo é realizado de duas formas: plantio convencional e plantio direto. O plantio convencional constitui-se da aração e subsolagem (quando necessárias), gradagem,correção do solo, sulcação, adubação e aplicação de herbicida e inseticida. Em algumas áreas realiza-se analise de retorno econômico das atividades mecanizadas de preparo do solo, aumentando ou reduzindo o custo do plantio em decorrência do potencial produtivo da área. O plantio direto consiste no aproveitamento de uma área com cultura anterior, geralmente soja e milho, reduzindo o custo final da formação da lavoura de cana-de-açúcar. O controle de pragas e o monitoramento de ervas daninhas são feitos sistematicamente por equipe técnica especializada, utilizando-se meios químicos,mecânicos e biológicos. O plantio da cana é feito com mão-de-obra própria e contratada por tempo indeterminado, totalizando 50 cortadores de cana.



2. Produto/Serviço


2.1 Características atuais


A X produz álcool hidratado e álcool anidro. A empresa possui capacidade atual industrial de moagem de 400.000 toneladas por safra, de acordo com o esmagamento de 1.350 toneladas de cana por dia em uma condição de safra longa. Os setores de destilaria, preparo da cana, fermentação e caldeira possibilitam que essa moagem seja aproveitada, transformando caldo bruto em álcool no processo final. Se considerarmos a hipótese de um rendimento industrial médio de 80 litros por tonelada de cana, a empresa tem condições reais de produzir 32.000.000 litros de álcool.

O álcool, assim como o açúcar, é um bem que apresenta elevada homogeneidade, não havendo diferenciação do produto entre os fabricantes. A diferenciação no negocio não reside no produto, mas na estrutura/porte e gestão da empresa. Diferenciar-se no mercado consiste em obter elevada eficiência na indústria e no campo, produzindo um álcool e/ou açúcar de qualidade e com preço baixo. Esses fatores reduzem as barreiras de entrada no mercado, alem de possibilitar maiores margens de lucratividade. 



2.2 Diferencial tecnológico


A X iniciou suas atividades em 2006 adequando sua unidade industrial aos requisitos ambientais exigidos pelos órgãos fiscalizadores. Não existe um diferencial tecnológico especifico, sob o aspecto industrial, haja vista ampla divulgação do processo industrial. Dentre os mais novos processos industriais, podemos destacar a obtenção de etanol através do bagaço da cana-de-açúcar e a desidratação da vinhaça. Essas tecnologias promovem um grande diferencial no negocio, elevando o rendimento industrial, no entanto,  existem em poucas usinas devido ao alto investimento. A inovação tecnológica no setor sucroalcooleiro existe, porém sua aplicação no negocio demanda tempo e recurso. Na área agrícola, a X se destaca pelo seu baixo custo de plantio e qualidade da lavoura própria. Em suma, a empresa objetivou nessa fase inicial a operacionalização da indústria, adequando-a aos processos tecnológicos tradicionais.
 

3. Mercado


O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, seguido por Índia e Austrália. Na média, 55% da cana brasileira transformam-se em álcool e 45% em açúcar, dependendo da rentabilidade de cada produto e das condições de mercado. A safra de álcool brasileira é de cerca de 17 bilhões de litros/ano. Deste total, 90% são produzidos na região Centro-Sul (Sudeste, Sul e Centro-Oeste) e 10% divididos entre o Norte e Nordeste. Nestas duas regiões, as safras são complementares, porque começam em outubro e novembro e vão até março. Já no Centro-Sul, com a antecipação, a safra começa em março/abril e vai até novembro. 

Segundo relatório da CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento, o mercado nacional na safra 2005/2006 processou 437 milhões de toneladas de cana, produzindo 27 milhões de toneladas de açúcar e 17 bilhões de litros de álcool. O Estado de São Paulo corresponde a aproximadamente 60% da produção nacional de álcool e açúcar, com uma produtividade agrícola acima da média nacional de 85 ton/hectare.


A produtividade do setor sucroalcooleiro em São Paulo é maior do que nos demais estados da federação: Minas Gerais (79 ton/hectare), Mato Grosso (65 ton/hectare), Paraná (69 ton/hectare), Norte (média de 65 ton/hectare) e Nordeste (média de 54 ton/hectare).
 
Em São Paulo situa-se a mais preparada estrutura de pesquisa e desenvolvimento de açúcar e álcool do país, sendo inclusive considerado um dos melhores do mundo. No Estado de São Paulo também se encontram os menores custos de produção da cana-de-açúcar, o maior centro consumidor de combustível e a melhor infra-estrutura de distribuição e logística. 

3.1 Clientes


No mercado interno, os principais clientes serão as distribuidoras de combustível e as corretoras de álcool, enquanto que no mercado externo o potencial cliente e o importador de álcool, sem natureza definida. De maneira geral, os clientes demandam grande quantidade de produto, entrega futura programada e produtos dentro da especificação de qualidade. Na distribuição de combustível, verifica-se a baixa ocorrência de monopsônio. Ou seja, o produto pode ser vendido para vários compradores. Uma vantagem competitiva da X e a venda de combustível para a Sauro, em caso de dificuldade de venda do produto no mercado interno ou busca de melhor preço.
 

3.2 Concorrentes


Na região geográfica que se situa a X existem duas usinas que apresentam maior grau de concorrência: Benalcool (Bento de Abreu-SP) e Unialco (Araçatuba-SP), sendo a ultima a de maior potencial de competição (ver Tabela 2). Outras usinas distam mais de 50 km de distancia, tais como a Univalem (Valparaiso-SP), Alcoazul (Araçatuba-SP), FBA Destivale (Araçatuba-SP) e, recentemente, a Jacarezinho-Grendene, em fase final de construção. A maior concorrência não incide no produto final em si, mas na competição por matéria-prima e na disponibilidade de terras para o plantio.  

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O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, seguido por Índia e Austrália. Na média, 55% da cana brasileira transformam-se em álcool e 45% em açúcar, dependendo da rentabilidade de cada produto e das condições de mercado. A safra de álcool brasileira é de cerca de 17 bilhões de litros/ano. Deste total, 90% são produzidos na região Centro-Sul (Sudeste, Sul e Centro-Oeste) e 10% divididos entre o Norte e Nordeste. Nestas duas regiões, as safras são complementares, porque começam em outubro e novembro e vão até março. Já no Centro-Sul, com a antecipação, a safra começa em março/abril e vai até novembro. 

Segundo relatório da CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento, o mercado nacional na safra 2005/2006 processou 437 milhões de toneladas de cana, produzindo 27 milhões de toneladas de açúcar e 17 bilhões de litros de álcool. O Estado de São Paulo corresponde a aproximadamente 60% da produção nacional de álcool e açúcar, com uma produtividade agrícola acima da média nacional de 85 ton/hectare.


A produtividade do setor sucroalcooleiro em São Paulo é maior do que nos demais estados da federação: Minas Gerais (79 ton/hectare), Mato Grosso (65 ton/hectare), Paraná (69 ton/hectare), Norte (média de 65 ton/hectare) e Nordeste (média de 54 ton/hectare). Em X, o rendimento médio é de 82 toneladas de cana por hectare (ver Anexo II, pg.8.).
 
Em São Paulo situa-se a mais preparada estrutura de pesquisa e desenvolvimento de açúcar e álcool do país, sendo inclusive considerado um dos melhores do mundo. No Estado de São Paulo também se encontram os menores custos de produção da cana-de-açúcar, o maior centro consumidor de combustível e a melhor infra-estrutura de distribuição e logística. 

3.4 Participação no Mercado


A participação atual do mercado da X ainda é muito pequena, mesmo em escala regional. Esse cenário deve-se as características do próprio negocio, na qual uma usina dificilmente inicia suas operações em larga escala e, consequentemente com grande participação no mercado. Geralmente, o market-share no setor sucroalcooleiro não é um indicador confiável de solidez financeira, visto que uma usina pode conciliar grande capacidade de moagem com grande passivo. O crescimento progressivo da moagem sinaliza desempenho operacional e financeiro. Elevada produção industrial e agrícola no inicio de uma usina ocorre por dois motivos: altos investimentos na indústria e no campo ou investimentos progressivos na área agrícola antes da operação industrial. A magnitude dos investimentos tem impacto positivo na moagem e, consequentemente, na geração de receita. Por exemplo, a Usina Jacarezinho-Grendene planejou o inicio de suas atividades de acordo com a disponibilidade de matéria-prima própria e de terceiros. Nesse contexto, a formação de lavoura de cana-de-açúcar ocorreu em 2005 e 2006 e o inicio das operações industriais previsto para 2007. 

Em relação à natureza do bem comercializado pela X (álcool), o principal produto substituto do álcool hidratado carburante e a gasolina. O consumo maior ou menor de um bem em relação ao outro se deve a taxa de substituição na ordem de 0,7, ou seja, o consumidor final se dispõe a substituir o álcool pela gasolina se o preço do álcool for no mínimo 30% menor que o produto substituto. Essa razão sempre influenciará o preço de venda do álcool da usina. Apesar da produção atual da X de álcool hidratado e anidro, existe possibilidade de produzir outros produtos, tais como álcool neutro, levedura, energia elétrica, produtos químicos, plástico biodegradável, dentre outros bens de nichos de mercado.  


4. Empresa

 

4.1 Empresa


X – ÁLCOOIS E BIODIESEL LTDA.


4.1.1 Definição da Empresa


A X é uma empresa do setor sucroalcooleiro, caracterizada no segmento do agronegócio.  A Usina X possui apenas uma unidade industrial que é a própria sede da empresa. Localizada em Estado-SP, no oeste paulista, a X situa-se hoje dentre as áreas mais valorizadas do setor sucroalcooleiro. Atualmente a X tem capacidade de moagem de 1.250 toneladas/dia. A X planeja novos investimentos na área industrial, até mesmo para atuar adequadamente no mercado, modernizando os equipamentos de laboratório e análise de cana, automatizando o parque industrial, dentre outros. A Usina X originou-se de uma unidade industrial de aguardente denominada Destilaria Santo Expedito, no, Estado de São Paulo, em julho de 2005.  

4.1.2 Visão


Ser a empresa de maior rentabilidade e eficiência do setor sucroalcooleiro, ampliando progressivamente seu mix de produto e buscando a maximização econômica no campo e na indústria.
 

4.1.3 Missão


Desenvolver energia renovável através dos recursos naturais, contribuindo para redução do aquecimento global e melhorando a qualidade de vida no planeta.
 

4.1.4 Estrutura Organizacional


A Usina X dispõe de 130 funcionários distribuídos em diversos níveis hierárquicos e de área de atuação.  Hoje, a empresa está organizada em dois setores principais: agrícola e industrial. Cada setor possui um gerente de área assessorado por auxiliares e encarregados, descendo até o nível operacional. A área de transporte está locada no centro de custo agrícola, uma vez que a cana precisa além de ser cultivada, cortada e transportada até a indústria. O departamento Químico é uma área que está situada no centro de custo da indústria, pois atua diretamente na análise da matéria-prima e no processo industrial. O departamento administrativo, por sua vez, gerencia e controla todos os processos e rotinas da Usina X, sobretudo do ponto de vista organizacional, administrativo, recursos humano e financeiro. 

No primeiro nível, encontra-se a diretoria, superintendência e, acima deles, a presidência (sócios). Podemos dizer que a Usina X ainda não tem uma estrutura complexa devido a sua capacidade operacional atual e de suas atividades, na maioria terceirizada. Ressalta-se que a quantidade de funcionários varia conforme período do ano: safra e entressafra.
 

4.1.5 Parceiros


Os principais parceiros do negocio são os agricultores. A X planeja formar lavoura de cana-de-açúcar através da modalidade parceria agrícola. Essa parceria consiste no aporte de capital para o preparo do solo e plantio para o agricultor. O contrato de parceria agrícola e de no mínimo cinco safras, sendo que na primeira safra serão descontados os custos de plantio da X no valor da compra da cana. A parceria agrícola e vantajosa para a usina, na qual o valor da cana de parceria situa-se entre o preço da cana própria e o preço da cana obtida no mercado.  A parceria agrícola torna-se atraente para a usina quando ocorre indisponibilidade de investimentos em arrendamento de terras, reduzindo, portanto, o custo inicial de plantio.
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4. Empresa

 

4.1 Empresa


X – ÁLCOOIS E BIODIESEL LTDA.


4.1.1 Definição da Empresa


A X é uma empresa do setor sucroalcooleiro, caracterizada no segmento do agronegócio.  A Usina X possui apenas uma unidade industrial que é a própria sede da empresa. Localizada em Estado-SP, no oeste paulista, a X situa-se hoje dentre as áreas mais valorizadas do setor sucroalcooleiro. Atualmente a X tem capacidade de moagem de 1.250 toneladas/dia. A X planeja novos investimentos na área industrial, até mesmo para atuar adequadamente no mercado, modernizando os equipamentos de laboratório e análise de cana, automatizando o parque industrial, dentre outros. A Usina X originou-se de uma unidade industrial de aguardente denominada Destilaria Santo Expedito, no, Estado de São Paulo, em julho de 2005.  



CONTATO: jefferson@agroimoveisms.com.br 







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