segunda-feira, 17 de junho de 2013

Em curto prazo, mercado brasileiro de suínos deve direcionar vendas para o Japão



As vendas de carne suína, incluindo as variações sazonais típicas, tendem a ser relativamente estáveis ou a evoluir em taxas moderadas no mercado interno, apontaram nesta sexta, dia 14, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Com isso, quando se trata de demanda, a grande alteração do setor deve vir das exportações. Os embarques acabam tendo influência elevada na formação de preços tanto da carne quanto do suíno vivo.

Com o fim do embargo japonês a frigoríficos de Santa Catarina, em curto prazo, o Brasil deve voltar suas vendas para o país asiático. Neste semestre, os resultados comerciais estão abaixo do esperado, e o principal motivo é o embargo da Ucrânia, imposto no final de março. De janeiro a maio, foram exportadas 22 mil toneladas da carne suína in natura a menos do que no mesmo período de 2012, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterio (Secex).

Porém, enquanto ucranianos e russos impõem barreiras à entrada da carne brasileira, outros compradores mostram-se cada vez mais interessados pelo produto nacional. Paralelamente ao ânimo que a abertura dos japoneses traz ao setor, agentes de mercado avaliam a possibilidade de a China também retomar mais intensamente as compras da carne brasileira, caso os grãos voltem a encarecer no mercado internacional.
Fonte: CEPEA adaptado e resumido pelo blogueiro

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